quinta-feira, agosto 31, 2006

Deixaram-me sem palavras...

Umas semanas atrás, fui convidado por um dos grupos de formação de novos colegas de trabalho, para participar num dos habituais jantares de equipa. Confesso que nessa altura senti-me orgulhoso porque apesar de não ser membro integrante desse grupo, diáriamente trabalho com eles e os apoio sempre que necessário no desenrolar das suas actividades profissionais.
Senti de imediato que deles existia alguma afinidade com a minha pessoa, no mínimo profissionalmente.
Na noite de ontem consumou-se assim o respectivo jantar, e daí estar a partilhar com todos estas palavras, porque me senti autênticamente uma pessoa priveligiada.
Certamente que tinha a ideia que o meu apoio lhes teria já causado algum impacto mas ontem, entre palavras e agradecimentos conseguiram me deixar sem palavras.
O ponto chave foi quando me ofereceram um presente de aniversário... fiquei... sem... fôlego.
Adorei partilhar aquele momento com eles porque me diverti imenso mas também adoro trabalhar com os mesmos porque todos me demonstram ser competentes, profissionais e preocupados com o correcto desempenho do seu trabalho.
Para todos eles, o meu especial e muito sentido obrigado, e acreditem que é de facto um privilégio trabalhar com todos mas principalmente, poder partilhar a minha amizade.
Para finalizar a noite, excelente performance de todos na ida ao Tuareg Bar.
Pessoas assim, acreditem que vale a pena.
Para todos...
Obrigado.

1 comentário:

Jaime Ribeiro disse...

Devo dizer que tens jeito com as palavras. Algo que nós na área das relações pública e marketing sabemos bem o que é.
Esse jantar, essa partilha, foi especial. Pelo menos da minha parte uma vez que o que dei, o que partilhei ontem, poucos tiveram o previlégio de ver.
Confesso que ver-te a entrar "ao serviço" é um alivio: alguem para me dar a mão! Mas ter a tua presença naquele jantar vai ser eterno. Se a prenda que recebeste te deixou sem palavras... imagina como ficamos nós com a prenda que nos deste... a tua presença.
Obrigado

Aquele abraço
Jaime